R$ 13.257 em mídia viraram R$ 61.661 em vendas em um mês
Clínica de estética. Julho de 2026 fechado, com investimento, leads e vendas apurados na mesma base — do anúncio até o valor que entrou no caixa.
Uma clínica que já investia em anúncios e não sabia o que cada real trazia de volta.
O nome da empresa fica preservado por acordo de confidencialidade. Os números são reais, sem arredondamento para cima e sem recorte conveniente: é o mês de julho de 2026 inteiro.
(Meta R$ 12.236,02 + Google R$ 1.021,67)
CPL de R$ 11,56
ticket médio R$ 1.666,51
R$ 61.661,00 em vendas
O anúncio gerava conversa. Ninguém sabia qual conversa virava dinheiro.
A operação tinha volume: mais de meio milhão de impressões por mês e conversas entrando no WhatsApp todos os dias. O que faltava não era gente chegando — era enxergar o caminho entre o clique e a venda.
O sistema que liga o anúncio ao caixa.
Mídia em duas frentes, com papéis separados
Meta Ads para gerar demanda e conversa (R$ 12.236,02 no mês) e Google Ads para capturar quem já procura o procedimento (R$ 1.021,67). Cada frente com sua própria meta.
Identificação do anúncio dentro da conversa
Cada conversa que chega pelo WhatsApp carrega o registro do anúncio que a originou. É isso que permite dizer, no fim do mês, qual criativo pagou a conta.
CRM com o valor da venda registrado
Sem valor registrado não existe ROAS — existe achismo. Cada venda passou a ser lançada com o valor real, e é dessa soma que sai o número de R$ 61.661,00.
IA de atendimento no primeiro contato
Resposta imediata a quem chega fora do horário comercial, qualificação inicial e passagem para a equipe com o histórico já registrado.
Painel único e alerta no WhatsApp
Investimento, leads e vendas na mesma tela, atualizados diariamente, com aviso automático quando uma campanha sai da faixa de custo aceitável.
O funil de julho, número por número.
Funil completo — julho/2026
Fonte: Meta Ads, Google Ads e CRM da cliente. Cada etapa é contagem real, não estimativa.
| Indicador | Julho / 2026 |
|---|---|
| Investimento em mídia | R$ 13.257,69 |
| Impressões | 513.579 |
| Alcance | 454.001 |
| Cliques | 8.641 |
| CTR | 1,68% |
| Custo por clique | R$ 1,53 |
| Conversas iniciadas | 1.449 |
| Custo por conversa | R$ 8,44 |
| Leads no CRM | 1.147 |
| Custo por lead | R$ 11,56 |
| Vendas fechadas | 37 |
| Ticket médio | R$ 1.666,51 |
| Faturamento atribuído | R$ 61.661,00 |
| Retorno sobre a mídia (ROAS) | 4,65x |
Como esse ROAS foi calculado. É o faturamento das vendas fechadas dentro de julho dividido pelo investimento em mídia de julho. As 37 vendas do mês vieram, todas, de leads de origem paga. Vale registrar uma coisa que quase ninguém conta: o tempo mediano entre o lead entrar e a venda fechar foi de 40 dias. Ou seja, parte do que entrou no caixa em julho nasceu de anúncio de maio ou junho — e parte do que foi investido em julho só vai aparecer no caixa depois. Por isso a leitura correta é a do acumulado, não a de um mês isolado.
Cinco meses seguidos de retorno acima de 4x.
Um mês bom pode ser sorte. O que sustenta uma operação é a repetição.
Retorno sobre a mídia, mês a mês
Faturamento das vendas fechadas no mês ÷ investimento em mídia do mês.
A queda de março para junho não é deterioração de campanha: é o efeito de escalar investimento (de R$ 13,2 mil para R$ 14,8 mil) enquanto o funil ainda amadurecia. Em julho o retorno voltou a subir com o investimento já ajustado — que é exatamente o que se espera de uma operação sendo pilotada com dado, e não com palpite.
O que esse case ensina.
O que foi aplicado nesta operação.
Cada peça deste case corresponde a uma solução da Transborda.
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