SEO continua sendo a base
O Google afirma que suas experiências generativas de busca continuam apoiadas nos sistemas centrais de Search. Isso significa que fundamentos como rastreabilidade, indexação, conteúdo útil, links internos e experiência da página continuam relevantes.
Não existe uma segunda internet separada chamada “GEO”. Existe uma nova forma de apresentar e explorar resultados.
Por que conteúdo profundo ganha importância
O Google descreve o uso de query fan-out: uma consulta pode gerar várias buscas relacionadas para reunir informações que respondam ao problema do usuário. Isso favorece sites que cobrem um assunto de forma coerente, com páginas complementares ligadas entre si.
Um hub sobre aquisição, por exemplo, pode se conectar a Google Ads, Meta Ads, atribuição, CRM e cases.
O que o próprio Google diz que você não precisa fazer
- criar arquivos especiais como llms.txt para Google Search;
- inventar markup específico para IA;
- supervalorizar structured data como se fosse um atalho;
- buscar menções artificiais pela web;
- reescrever tudo apenas para “falar com IA”.
Structured data continua útil dentro das práticas normais de SEO e rich results, mas não existe schema especial para ganhar AI Mode.
O que vale produzir
O Google enfatiza conteúdo não comoditizado: informação única, útil e criada para pessoas. Para empresas de serviço, isso normalmente significa combinar experiência operacional, exemplos, comparações, processos, respostas específicas e provas.
É por isso que a próxima evolução do Transborda Lab não deve ser “publicar 100 textos”. Deve ser aprofundar clusters e adicionar cases reais.
Checklist técnico
- página indexável e elegível a snippet;
- canonical consistente;
- links HTML rastreáveis;
- sitemap atualizado;
- conteúdo principal disponível no HTML/renderização;
- boa experiência mobile e Core Web Vitals;
- imagens e vídeos úteis quando agregarem informação;
- Search Console monitorado.
Como medir
O Google anunciou relatórios de desempenho para recursos generativos no Search Console. O princípio continua o mesmo: observar consultas, páginas, impressões, cliques e evolução de visibilidade, sem tentar atribuir cada oscilação a um único “hack”.
Mais importante: medir se o tráfego orgânico chega às páginas comerciais, inicia o Diagnóstico e vira oportunidade.
Como aplicar isso em um site B2B
Uma boa arquitetura pode ter três camadas:
Páginas específicas de serviço.
Artigos que respondem dúvidas e aprofundam decisões.
Cases reais que demonstram aplicação.
Esse trio cria contexto para pessoas, buscadores e sistemas de IA sem depender de truques.